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Repelente natural e artesanal

16 fev

Nos preparativos para o festival Psicodália que rola a partir de amanhã, e durante todo o carnaval, num sítio em Rio Negrinho, aqui em Sta. Catarina.

Há um tempo já estava querendo preparar um repelente, que é “levemente”necessário aqui onde moro. E também tinha pensado em deixar disponível pro pessoal do Psicodália, já que lá tem muito mato, água e, claro, mosquito.  Depois de alguns testes, findo então:

O Repelente Natural e Artesanal!

Com extrato de citronela e oleos essenciais de citronela, capim-limão e copaíba

Mesa de fabricação do rótulo do repelente natural e artesanal

O extrato de citronela foi feito com as folhas que eu mesma colhi, da planta que eu mesma plantei, e junto com os óleos essenciais, forma o “princípio ativo”do repelente. Os óleos essenciais foram cautelosamente estudados para que tivessem o efeito esperado pelo maior tempo possível, e sem agredir a pele. Óleos vegetais obtidos por prensagem a frio mantém boa parte das propriedades das plantas, e fazem muito mais bem para a pele (e para todo o corpo, quando ingeridos) do que o óleo refinado. Nessa receita os óleos vegetais trazem a hidratância necessária pra suprir o ressecamento que o álcool naturalmente provoca.

A composição do Repelente:

Extrato alcoolico de citronela

Extrato alcoolico de alecrim

Óleo vegetal prensado a frio de girassol

Óleo vegetal prensado a frio de avelã

Óleo essencial de citronela

Óleo essencial de capim-limão

Óleo essencial  de copaíba

Álcool de cereais

Água.

Atenção: Nunca aplique sobre o rosto (perigo de reações alérgicas) ou sobre a roupa (possibilidade de manchar).

Lembre-se de agitar antes do uso.

O repelente é eficaz ao usar sobre a pele ou em pequenos ambientes, como as barracas do acampamento. ^^

Se ficou com vontade de adquirir, estarei lá pelo Psicodália com eles à disposição, e após o feriado de carnaval, podemos conversar aqui pela internet.

Os frascos são plásticos cor de âmbar, com volume de 100ml, com válvula spray. E serão vendidos pelo preço de R$12,00.

E sim, o líquido é verde e tem aroma de citronela.

=)

O cheirinho do armário fechado, e sobre como combatê-lo

28 jan

Olá!!

Depois de um longo tempo, cá estou novamente.

Após boas doses de estudo, fiz o vestibular, e passei! Em março começo minha segunda graduação: Química. E se tudo correr como imagino, em 4 anos estarei formada (isso se não mudar pra Farmácia no meio do caminho. A dúvida ainda impera).
Então poderei atuar oficialmente nessa área. =)

Tenho feito algumas coisas no laboratorinho nesse tempo todo, mas faltou um tantinho de tempo pra organizar um bom post. Bem, vamos ao que vim.

Tirando o mofo dos armários!

Moro em uma casa que é um tanto úmida, não bate sol nos quartos por muito tempo durante o dia, e o mofo impera nos guarda-roupas. Há um bom tempo, minha mãe e eu viemos pensando em soluções para melhorar a situação, e criamos um plano de batalha, que começamos a colocar em prática essa semana.

Tudo começa tirando tudo de dentro do armário, deixando arejar bem, e colocando as peças possíveis (como gavetas e tábuas das prateleiras) no sol.
Então entra em cena um preparado feito há cerca de duas semanas: Um vinagre com ervas. Nada de muito difícil. Fiz assim:

  • Um vidro limpo com tampa bem vedada.
  • Ervas e temperos cheirosos (aqui entram chás e especiarias que te apeteçam, tudo que tenha cheiro bom e ajude no fator limpeza. O que colocares nessa infusão, além de mascarar um pouco o cheiro do vinagre, que não é lá essas coisas, vai ficar também no armário, o que o deixará já mais perfumoso e na maioria dos casos ajuda no combate aos fungos) – eu usei alecrim, hortelã, cravo, canela e citronela | Aprox. 1 xícara de chá ao todo
  • Vinagre comum | Meio litro (Coloque sempre depois das ervas e certifica-te que não há ervas acima do nível do vinagre, o que pode rançar a receita)
  • Óleo essencial de capim-limão e eucalipto (tea tree também é ótimo, ou qualquer outro OE cheirozinho que tenha qualidades anti-sépticas) | 10 a 15 gotas de cada

Pronto. Mistura bem, deixa num armário protegido do sol, e em cerca de duas semanas está no ponto para uso. Coa, coloca num vidro com válvula spray e vamos ao ataque!

Passe muito, muito bem em todo o interior do armário, gavetas, parte interna das portas, embaixo das prateleiras, tudo. Espere secar (essa fase pode ser auxiliada por um bom ventilador), e repita esse processo. O cheiro do vinagre sai assim que ele seca, fique tranquilo.
Quando estiver seco, coloque gavetas e prateleiras no lugar e arrume as roupas, ou o que você guarda no armário.

Agora vem a parte da manutenção, e aí entram aqueles famosos sachêzinhos. O esquema que vou mostrar aqui é com uma dupla de trouxinhas, com “recheios” diferentes, e funciona bem se feito desse jeito. É assim:

  • Sachê 1:

Faça uma mistura de especiarias da sua preferência. Eu usei canela, aniz-estrelado, alecrim, lavanda, hortelã, rosas e calêndula, Mesmo usando pouco, o aroma da canela se sobressaiu, cuide com ela.
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Dependendo do que usar, o sachê irá emanar mais ou menos aroma. É uma questão de gosto pessoal, não esqueça que suas roupas ficarão com esse cheirinho. Caso suas ervas escolhidas resultem numa mistura sem muito cheiro, coloque umas gotinhas de um óleo essencial nas folhas. O clássico usado pra isso é lavanda, e fácil de encontrar. Penso em colocar OE depois de um tempo, quando o aroma das minhas especiarias não aparecer mais.

Imagem

Use de preferência um tecido de algodão e trama larga. Eu cortei esse no formato redondo, e resolvi o fechamento só com uma fitinha de cetim. Facinho, sem nada de costura ou colagem. Simples e bonitinho.

  • Sachê 2:

Giz escolar ou carvão vegetal, bem seco.
O mesmo tecido do outro sachê. Fecha e pronto.

Coloque um sachê em um dos cantos do armário, e o outro no extremo oposto. Nunca juntos! A ideia é a seguinte: O carvão e o giz puxam a umidade e tudo que tiver livre no ar, então além da umidade, ele vai puxar o aroma das especiarias do outro sachê. Se eles estiverem em cantos opostos, o aroma do primeiro sachê se desprende em direção ao giz/carvão, e nesse caminho passa por todas as suas roupas, deixando esse aroma por lá. Ótimo, não?

Dá pra usar esses parzinhos de sachê em cada gaveta e prateleira também, não precisa ser um par apenas por armário

Para revitalizar o sachê de ervas a cada semana dê leves apertadinhas para soltar mais aroma. E a cada dois meses, pingue algumas gotinhas de óleo essencial. (tudo é relativo…). E com o sachê de giz ou carvão, perceberás que ele vai ficando úmido. Quando isso acontecer, ponha ao sol por uma tarde, ou – se for demais – troque o material.

Outra coisa, em armários de cozinha dá pra fazer também. Só cuide pra que ele não fique com o cheiro do guarda-roupa, escolha as ervas e óleos essencias condizentes ao uso.

Simples solução, mas ajuda muito. Espero que possa te ajudar também.

Um beijinho,
Cris.

Medindo pH com repolho.

26 ago

Vim mostrar um teste que fiz. Há um tempo já tinha curiosidade para testar um indicativo de pH caseiro, e hoje foi o dia.

O pH, potencial de hidrogênio iônico, é um índice que mostra a acidez, neutralidade ou alcalinidade de um meio qualquer. A escala do pH pode variar de 0 até 14, sendo que quanto menor o índice do pH de uma substância, mais ácida esta substância será.

Na fabricação de sabonetes artesanais desde a base, é fundamental controlar o pH, para sabermos se ele está ou não próprio para ser aplicado sobre a pele. O pH da pele humana de um adulto saudável fica entre 4,5 e 6. Os sabonetes feitos por cold process, o processo que utilizo, são normalmente alcalinos, então, quanto mais baixo, próximo da neutralidade, melhor.

A matéria-prima do experimento

O repolho roxo contém antocianinas, que são pigmentos responsáveis por uma variedade de cores de frutas, flores e folhas que variam do vermelho ao azul em função do pH da solução em que se encontram.

Graças às propriedades das antocianinas, é possível utilizar um extrato de repolho roxo como indicador do pH (ou seja, da acidez ou alcalinidade) de uma solução.

Para isso é só ferver um litro de água em uma panela. Quando estiver borbulhando, colocar pouco menos de uma xícara de repolho roxo picado grosseiramente, desligar o fogo, tampar e deixar voltar à temperatura ambiente. Depois, coar e guardar em um frasco limpo com tampa.

A tabela de comparação da solução de repolho roxo é essa:

pH da solução         Cor
1 – 5                        vermelho / rosa
6 – 7                        violeta
8 – 10                      azul
11 – 12                     verde
13                              amarelo

Coloca-se água limpa com espuma do sabão do qual se quer saber o pH em um becker de vidro, com a mesma quantidade do “chá de repolho roxo”. Instantaneamente a mistura muda de cor, e é só comparar com a tabela acima. Um cold bem curado, fica com pH entre 7,5 e 9, deve dar uma corzinha azul, dificilmente chega no lilás, pela sua composição intrínseca.

Meus testes:

Sutis (?) diferenças de cor

Obs. Tirei todas as fotos com a mesma luz, na mesma posição. Mas mesmo assim algumas cores não ficaram fiéis. Por isso as legendas das cores.

1 | Azul-Esverdeado. Sabonete que não deu muito certo em seus tempos áureos, e virou sabão líquido para lavar louça. Tem uns 6 meses já, e o pH ainda  não está certo. Resultado de uma receita mal elaborada.

2 | Verde-Vivo. Sabão feito há 5 dias. Dentro do previsto, só fica adequado para uso depois de aproximadamente um mês de cura.

3 | Azulzinho. Sabonete líquido feito só com azeite de oliva, tem quase um ano já.

4 | Azul-Arroxeado. Sabão super-delicado para a pele, feito há cerca de um ano também, com 70% azeite de oliva.

5 | Azul-Arroxeado. Sabão Ceci, postado aqui.

6 | Verdinho levemente azulado. Lux.

7 | Verdinho. Johnson.

8 | Amarelão.  Não, não é sabão. É lixívia, água+soda. Pra testar, ver se funciona mesmo. Deu certo.

9 | Roxinho lindo. Shampoo Elseve.

10 | Roxão. Esse é o chá de repolho.

E quem faz sabão, aposto que pensou em como usar essas cores nas criações… Os corantes naturais, essa é uma outra história.

Bom, não tive como comparar esses resultados, não tenho aqui no momento outra forma de testar o pH. Minha surpresa foi com os sabonetes industriais, que imaginei que tivessem o pH bem menor.

De qualquer forma, advirto que isso é apenas um teste caseiro, sem intenção alguma de ser usado tecnicamente, ou de confrontar quem quer que seja. E não irei usar somente esse método para medir o pH das minhas produções, vou precisar fazer muitos testes ainda antes disso.

Mas seria bem legal, teria bem a ver com o intuito dos produtos que faço, usar a natureza que está perto de mim, cuidar da sustentabilidade. Seria bem interessante, mesmo. Retomaremos adiante.

Obrigada pela atenção, e deixe sua contribuição.

Fiz pesquisas aqui:

http://saponiciencia.wordpress.com/2008/10/05/indicador-caseiro-de-ph/

web.ccead.puc-rio.br/condigital/video/…/cosmeticos/…/guiaDidatico.pdf

8 ago

Tchã-rãm!

Velas feitas com 3/4 de óleo reutilizado. Corantes naturais como curcuma, alecrim e urucum dão cores às listas das velas. Copos e potes de vidro reutilizados servem de suporte. A ideia é muito boa para a utilização do óleo de fritura, que tem o descarte tão problemático.

Velas ecológicas

As velas funcionam bem, e na queima não ficam com o cheiro do óleo. Mesmo assim, nas próximas unidades, acrescentarei óleo essencial de citronela, para que a vela tenha ainda característica de repelir insetos.

Gostei demais de todas as qualidades dessa vela. Estão disponíveis para venda sob encomenda =)

Ceci | Lote 01-2011

30 jun

Apresentando-lhes: O primeiro sabão feito no laboratório novo.

Ceci.

Com um aroma baseado nos óleos essenciais de cedro e citronela, compondo, com outros, um blend cítrico-amadeirado.

Ceci - com extrato de arruda, carvão vegetal e blend cítrico-amadeirado.

A faixinha escura é efeito de carvão vegetal reduzido a pó. Tintura de alecrim, além de ajudar na aromatização, ajuda na conservação do sabonete. O sumo de arruda traz ao sabonete propriedades adstringentes e anti-inflamatórias, além de uma cor levemente esverdeada.

Ingredientes utilizados:

.Óleo de palmiste

.Azeite de oliva

.Óleo de soja

.Manteiga de cupuaçu

.Cera de abelha

.Hidróxido de sódio

.Tintura de alecrim

.Carvão vegetal

.Sumo de arruda

.Blend de óleos essenciais

Feito em 06/06/2011

Liberado para uso em 04/07/2011

Em breve na lojinha virtual 😉

Embalando.

3 jun

Ainda no clima de organização do laboratório, hoje foi dia de embalar alguns sabonetes que estavam há algum tempo prontos. Nada de vendas ainda. Distribuir entre amigos, para saber se está tudo certo.

Sabonete com efeito ambarado

Sabonete feito com óleos de palmiste, soja e oliva, com manteiga de cupuaçu e OE de Palmarosa

E os planos seguem… Novidades em breve.

Furacãozinho – ou sobre como se deu a construção do laboratório

16 maio

Após algum tempo e muito pensar, mudei fortemente o rumo de minha carreira profissional. Não adianta, não sou o tipo de pessoa que se contenta em trabalhar em algo que não gosta (ou gosta, mas não o suficiente) apenas para receber um contracheque legalzinho no quinto dia útil. Como já disse o Fernando Anitelli “É mérito conseguirmos um trabalho no país como o nosso, mas é um monstro quando este trabalho tira de nós a possibilidade de ser e estar”.

O trabalho estava se tornando um monstro prestes a sair do armário a cada momento. Então decidi (1) sair desse esquema de trabalho e (2) ser minha prória chefe e ter uma empresa para desenvolver o que realmente quero nesse momento: Cosméticos naturais.

* Item 1: Feito!

Após um bom tempo contribuindo, me libertei do sistema. Um tanto exagerada, mas me senti liberta mesmo, quando minha carteira de trabalho me foi entregue com um carimbo de desligamento da empresa. Gostava muito do ambiente de trabalho e das pessoas que me cercavam, mas o ritmo alucinante de trabalho e o capitalismo desenfreado contribuiam para que eu tivesse cada vez menos vontade de estar lá. E em qualquer outro lugar como publicitária seria pior, certeza. Bom, a publicidade nua e crua está descartada da minha listinha de coisas que gosto. Toda a arte dessa profissão, o que aprendi na faculdade, não existe no mundo real.

* Item 2: Em processo.

Já venho há cerca de dois anos estudando e fazendo pequenos experimentos em saboaria e cosmética naturais, na cozinha e área de serviço de casa. Porém, para realmente assumir isso como profissão, devo ter um espaço próprio para estudar e fazer as minhas receitas, lugar limpo, organizado, que não tenha interferência de outras coisas (como  o almoço sendo feito ou a roupa que precisa ser estendida no varal).

Joguei a ideia no ar, e meu pai a pescou. Sim, ele topou me ajudar a fazer um laboratório! E então começou a saga.

Dia 07 de março | Organização do espaço.

No começo as obras eram feitas aos fins de semana, quando eu estava em casa, já que ainda estava trabalhando todos os dias. Bom, tínhamos um canto que parecia ideal, se conseguíssemos tirar todas as tralhas, organizar e limpar tudo. Um espacinho de 2,10×1,60m, tinha que ser muito bem pensado para dar conta de tudo o que precisa funcionar ali. Depois de projetos e projetos, começamos. Então o primeiro dia foi de faxina. Incrível como os objetos tendem a se amontoar nos cantos. Havia tanta coisa ali que fazia anos que aquela porta não era aberta. Depois de tirar tudo, jato de água desde o telhado, por cima, para limpar as telhas transparentes, e voltar a entrar sol por ali. Paredes e chão com o mesmo tratamento.

Dia 13 de março | Fabricação da parede.

Ninguém que nunca tenha feito uma parede não consegue conceber quanto cálculo é preciso fazer pra esse negócio dar certo. E a madeira, ainda meio verde, encolhia e expandia de um dia para o outro. Mas deu certo!

É só meu pai aparece porque só eu manipulava a câmera. Eu trabalhei muito também, tá?

Até dia 27 de março | Fabricação da bancada e prateleiras.

… E não são fotos de exposição das máquinas. Haha. Inclusive há uma foto do pai tirando as pontinhas dos parafusos no lugar onde posteriormente virou a maçaneta da porta.

A bancada tem uma parte para escrivaninha, já que além de laboratório esse lugar me servirá como escritório. E várias prateleiras para os montes de coisa que o laboratório terá.

Dia 14 de abril | Grata surpresa

Ao chegar em casa do trabalho, eis que estavam meu pai e o Kiko, amigo da família, me esperando. Kiko foi professor da Engenharia Química na UFSC, além de várias outras facetas. Ele tem me incentivado bastante a vir pra essa área, e me trouxe presentes. Após uma profunda faxina na casa dele, achou alguns instrumentos de laboratório, recipientes, aparelhos, balança, suportes e outras coisas que não estavam mais sendo usadas, e ele trouxe para que eu use no meu laboratório! Vidros antigos, de uma farmácia que era do seu pai. Trouxe também uma pia, porque “um bom laboratório precisa de uma pia”. Pia novinha, de inox, que estava guardada lá, e ele ainda comprou torneira e encanamento, além de azulejos para forrar a bancada. Todas essas coisas ainda não estavam planejadas para a obra, e depois de voltarmos a estudar os projetos por um tempo, tudo se resolveu, e as obras continuaram com essas mudanças.

Até dia 24 de abril | Instalação hidráulica e pintura

Usando as tintas que tínhamos guardadas em casa de outras reformas, e alguns corantes, fiz o azul e o marronzinho, que acabaram combinando com a cor dos canos de água. Ficou bem legal!

E a água, puxada direto da caixa. Agora tenho um registro, uma torneira e até um sifão!

Até 05 de maio | Instalação elétrica

Fios, lâmpadas, calhinhas,… Luz!

Até hoje | Arrumação!

Colocando tudo no lugar. E sim, naquele espacinho pequeno coube a bancada, o armário e tem lugar até para uma cadeira (que ainda não foi adquirida). Aos poucos organizando tudo. Colocando os produtos em pó em vidros, etiquetando e limpando, catalogando as infusões, listando os produtos que devem ser usados em breve…

Vai um tempinho ainda até tudo ficar 100%. Falta a pintura por fora, terminar de colocar os azulejos na bancada (falta a máquina de cortar as peças), fazer uma cortina de plástico grosso pra ficar do lado de fora dos tijolinhos (porque agora está ficando frio que dói, e o vento é cruel). Mas já está lindo! E pra trabalhar será ótimo!

Agradecimentos à mãe, que incentivou a construção e minha saída do outro trabalho; ao Kiko que me trouxe vários apetrechos pro laboratório e um brilho no olho de ver as coisas sendo usadas; ao Yuri, primeiro acionista da empresa; aos amigos pessoais e virtuais; e especialmente ao meu pai, que foi fundamental, e trabalhou mais do que eu nesse laboratório.

Muito obrigada.

E agora, vou pro trabalho. =)